Quando o dia me cansa
a tarde procuro a árvore - sua sombra.
E,
com a palha do chapéu no rosto
ouço, espio, prestenção nela;
na preguiça mansa ventando
entre os galhos das mangueiras.
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Nada de preto no branco. É na massa cinzenta
Que moram as entrelinhas destes versos
Um comentário:
Presstatenção, que paisagem gostosa, dá um prazer danado ler seus versos...
:)
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