Ainda hoje,
ontem mesmo,
caí da cama ao te ver
jogada ao meu lado,
esparramada,
como um leão
de pernas pro ar
em sua árvore
preferida.
Ainda hoje
não acordei
deste sonho
cheio de sono
que hoje
faz um ano.
...deste gelo sem ar
que é lhe tocar.
Chego a pensar
que não vai durar,
de tão belo e eterno
nosso olhar.
Mas,
se um dia eu acordar
por favor esteja lá -
na mesma árvore,
no mesmo pomar.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
2 comentários:
Lindo Luís, há muito não venho por aqui e como é bom ler seus novos versos. Parabéns e meu abraço...
hum....
este medo de não mudar....
isto é o que mata!!!!
Postar um comentário