Às vezes acontece,
assim já dentro do sono,
de me dar conta
que tenho em mãos
punhos fechados
do lado de fora.
E acordo duro,
como num arco e flecha.
Preso em suas mãos estiradas
prestes a me estilingar.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nada de preto no branco. É na massa cinzenta
Que moram as entrelinhas destes versos
Um comentário:
Ai! Doeu...!
Beijo!
PB
Postar um comentário