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Vagas horas das horas vagas

Nada de preto no branco. É na massa cinzenta
Que moram as entrelinhas destes versos

segunda-feira, maio 28, 2007

Estilingue

Às vezes acontece,
assim já dentro do sono,
de me dar conta
que tenho em mãos
punhos fechados
do lado de fora.

E acordo duro,
como num arco e flecha.
Preso em suas mãos estiradas
prestes a me estilingar.
Postado por Vilela às 11:24 PM

Um comentário:

MARULA disse...

Ai! Doeu...!
Beijo!
PB

10:50 PM

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