Amasso a lata de coca-cola
imaginando seu pescoço vermelho
deitado morno em minhas mãos.
Seu pescoço de lata
vermelho coca-cola
desperdiçado
em bolhas
para enfim,
beber do seu silêncio
morno, doce, sem ondas.
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Nada de preto no branco. É na massa cinzenta
Que moram as entrelinhas destes versos
Um comentário:
Te amo!
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