Nada de preto no branco. É na massa cinzentaQue moram as entrelinhas destes versos
Nossa que preguiça... volto para a espreguiçadeira e no balanço do mar que embala meus sentidos adormeço novamente. Que sensação boa ler os teus versos mesmo que reste um fundo mofado, um verde musgo, um travo amargo bem no fundo da garganta ...
Já experimentou abrir as janelas, poeta?
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Nossa que preguiça... volto para a espreguiçadeira e no balanço do mar que embala meus sentidos adormeço novamente. Que sensação boa ler os teus versos mesmo que reste um fundo mofado, um verde musgo, um travo amargo bem no fundo da garganta ...
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